15 atividades imperdíveis em Salvador! 1


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O colorido das casas coloniais do Pelourinho |Foto: Rough Guides|

1. Explore a História da cidade. Não podemos esquecer a Bahia foi o primeiro ponto do país descoberto pelos portugueses e, Salvador, a primeira capital brasileira. Obviamente a cidade tem uma história muito rica, que coincide, inclusive, com a História do Brasil colonial e as nossas primeiras raízes. Há uma visível influencia portuguesa e também africana nas construções, nos costumes, na arquitetura, nas comidas e na cultura em geral. Vale a pena contratar um guia para explicar direitinho cada ponto importante do Centro Histórico – como a sociedade daquela época se desenvolvia, os aspectos religiosos e até os locais onde os negros eram presos e torturados. E o Centro Histórico, embora extremamente turístico, está muito bem conservado (foi revitalizado recentemente) e policiado (há policiais praticamente em cada esquina). Pela região você encontra excelentes atrativos, como a Fundação Casa de Jorge Amado, a Catedral e a linda Igreja de São Francisco, o Largo do Pelourinho, o Palácio Rio Branco (o antigo palácio do Governo, e um dos mais antigos palácios do Brasil), além de prédios públicos (muito bonitos, por sinal) como a Câmara de Vereadores e a Prefeitura Municipal de Salvador.

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Vista noturna do Elevador Lacerda e do Mercado modelo |Foto: Blog Brenno Lacerda|

2. Por ali, na região mais antiga da cidade, você também encontra o Elevador Lacerda, um dos principais pontos turísticos e cartão-postal de Salvador. A obra data de 1873, e foi o primeiro elevador urbano do mundo. Até hoje “transporta” pessoas e é uma ligação da cidade baixa com a alta. Vale a pena curtir a experiência desse traslado, ainda mais que o trajeto custa míseros R$0,15!

3. Não deixe de visitar o Mercado Modelo, que fica bem em frente ao Elevador Lacerda, na parte baixa da cidade. Ocupa um prédio em estilo neoclássico, datado de 1861, que já serviu como alfândega e que hoje é tombado como Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. O Mercado é conhecido como o “maior shopping de artesanato do Brasil” e é onde, de fato, você vai encontrar tudo o que for mais típico de Salvador – lembranças, roupas, artefatos manuais, bebidas, comida etc.

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Batuques do Olodum no Centro Histórico |Foto: Portal G1|

   4. A Bahia inteira é de uma riqueza musical tremenda! Nas ruas do Centro Histórico de Salvador, por exemplo, você encontra milhares de casas de instrumentos musicais (sendo os percussivos – tambor, bongô, afoxé, agogô, entre outros – os mais comuns), lojas de relíquias (como de LPs dos mais antigos e instrumentos que datam séculos!), além de muita música tocada ao ar livre. Não perca os Batuques do Olodum no Pelourinho porque, além de muito tradicional, esse som realmente contagia! Se ficar interessado, pode também conhecer a Casa Olodum, sede da ONG de mesmo nome, que tem o propósito de manter vivas as tradições afro-brasileiras. Muito interessante!

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Entardecer na Praia do Porto da Barra |Foto: trilhaseaventuras.com.br|

5. O entardecer em Salvador tem a fama de ser um dos mais belos do Brasil. E alguns lugares são excelentes para se assistir ao pôr-do-sol de camarote! O Farol da Barra talvez seja o mais famosos deles – as pessoas ficam sentadas na grama do entorno do farol conversando, descansando e aproveitando o fim de tarde! O Solar do Unhão é outro point famoso – além de localização pra lá de privilegiada, é ideal pra quem quer reunir cultura e música a essa atividade, já que por ali fica o Museu de Arte Moderna da Bahia, e as seções de música ao vivo são frequentes! A Ponta do Humaitá dista uns 7km do centro da cidade (sentido Igreja do Bonfim) e fica na extrema ponta da cidade – bem por isso o visual de lá é realmente “de frente pro Sol”. Já pra quem gosta de ver “mais do alto”, o bairro de Santo Antônio Além do Carmo (que é praticamente uma extensão do Pelourinho) tem um mirante incrível na Igreja de Santo Antônio, que oferece vista pra toda a região da Baía e do Porto.

6. Mesmo se não for no fim de tarde, vale passar um tempinho no Farol da Barra e também na Praia do Porto da Barra. Essa, por ser a praia mais próxima do centro, é a que fica mais movimentada, além de ser a queridinha dos soteropolitanos e dos turistas. Não me animei muito pra passar um dia na Praia do Porto, porque a extensão dela é curta (600m) pra tanta gente (e eu prefiro praias mais vazias), mas suas águas claras conferem a ela um visual realmente único!

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Acarajé fritinho na hora! |Foto: Globe Holidays|

  7. Não saia de Salvador sem provar um Acarajé! A iguaria é feita com feijão –fradinho moído, cebola e sal, e é frita no azeite de dendê. É servida com pimenta, “salada” (que, na verdade, é só tomate), vatapá e caruru (esse, um cozido de quiabo). Pode vir na versão com ou sem camarão. O mais popular é o da Cira (em Itapoã e no Rio Vermelho), mas o da Regina e da Dinha (ambas no Rio Vermelho) são super citados quando se pergunta qual o melhor acarajé da cidade. O acarajé da Nete (na cidade baixa, próximo ao Bonfim) é bem popular entre os nativos. Eu provei o da Tânia, no Farol da Barra e recomendo muitíssimo – sequinho, crocante e com ingredientes bem frescos! Todos custam, em média, R$6 e são bem servidos!

Dica: se não estiver habituado à pimenta das brabas, faça questão de pedir com pouca. Na verdade, elas perguntam se você quer quente ou fria (com ou sem pimenta, esse termo em nada tem a ver com a temperatura!). A quente é MUITO picante! Cuidado!

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A clássica moqueca baiana |Foto: Blog Animafest|

8. Falando em comida, baiano sabe preparar tudo com muito sabor e tempero extraordinário. O forte da culinária são frutos do mar, em especial peixes e camarões. As técnicas mais utilizadas são as oriundas da África e, pra quase tudo, vai azeite de dendê (ah! E pimenta, é claro!). Não deixe de provar, pelo menos, a moqueca baiana e o bobó de camarão. Nas praias, petiscos como caranguejos e ostras são clássicos! Alguns restaurantes bem recomendados (e até premiados!) para se comer uma boa comida típica são o Amado (próximo ao Mercado Modelo), o Além do Cais (que segue uma linha mais rústica e fica em Santo Antônio Além do Carmo) e o mais famoso deles, o Yemanjá (um pouco mais afastado do centro, na Praia da Armação, mas que serve todos os clássicos da culinária baiana).

9. Não dá pra negar que, em razão da Copa do Brasil, muito da cidade se transformou, passou por obras de construção ou revitalização. Um dos grandes legados disso é a Itaipava Arena Fonte Nova. Mesmo se não for lá grande fã de futebol, vale pelo menos uma passada, já que o complexo (sustentável e ecologicamente correto, importante frisar) virou palco de concertos, shows, exposições e eventos. E, sem dúvida, entrou pra lista dos grandes points culturais de Salvador. Existem tours guiados, que podem ser agendados no próprio site da Arena.

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Capoeira: tradição e legado da cultura africana |Foto: Blog Nono Ano Dma|

  10. Falando em cultura, ô cidade pra oferecer de tudo, hein! Se quer ver uma roda de capoeira, no Pelourinho tem! Quem gosta de museus, pode escolher entre o MAM- Museu de Arte Moderna, o Afro-brasileiro, o Palacete das Artes, dentre muitos outros. O clássico Teatro Castro Alves, o maior teatro do Nordeste, recebe peças, shows e exposições. Para os amantes da boa música, não há apenas axé: Salvador tem uma variedade de ritmos, que vão do samba, até forró e afro-reggae, passando pelos clássicos blocos (como Filhos de Gandhy e Ilê-Aiyê), e quase todos com apresentações em pontos públicos da cidade (a programação você pode conferir aqui). Quem quer música das mais suaves, pode aproveitar as noites de jazz, todas as quintas no luxuoso hotel Pestana Convento do Carmo. Para exposições artísticas das mais variadas, dois dos lugares mais tradicionais são a Caixa Cultural e o Teatro Sesc Casa do Comércio.

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Praia da Barra Grande em Itaparica |Foto: Sky Scraper City|

  11. Pegue um ferry-boat para a Ilha de Itaparica. Tecnicamente falando, a ilha, que é a maior da Baía de Todos os Santos, não faz mais parte de Salvador, mas é um passeio bem comum pra quem visita a capital baiana. A ilha tem mais de 40km de praias e vegetação nativa, e oferece atividades para todos os gostos, como passeios de barco e mergulho, além de possuir boa infraestrutura de hotéis e restaurantes.

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O agito da noite no Rio Vermelho |Foto: Férias Brasil|

  12. Aproveite pelo menos uma noite perambulando nos bares e restaurantes do bairro Rio Vermelho. A região tem realmente muita opção pra quem quer comer ou curtir uma música ao vivo. Alguns bares/quiosques/restaurantes ficam ao ar livre, o que acaba tornando o passeio ainda mais agradável!

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Um belo fim de tarde em Itapuã |Foto: Baixaki|

  13. Faça como Toquinho e Vinícius e passe uma tarde em Itapuã. A praia não é apenas famosa pela música, mas é, de fato, muito bonita. É a mais afastada do centro (cerca de 22km) mas vale a visita. Na década de 50, o bairro todo de Itapuã (e não apenas a praia) era uma colônia de pescadores e o clima mais sossegado (em comparação com outras praias mais centrais) que dá o charme do lugar.

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Piscinas naturais que se forma na Praia do Flamengo |Foto: Férias Brasil|

  14. Visite a vizinha de Itapuã, a Praia do Flamengo – na minha modesta opinião, a mais bela de Salvador. Bom, e explico o porquê de ela ter sido eleita por mim como a melhor praia. Tudo bem, a Barra tem seu charme, e a orla inteira é muito bonita, mas venho de cidade com praia, e AMO o mar, tomar banho de mar. Nas praias mais próximas do centro isso é tarefa meio impossível – ou porque fica muito lotada, ou porque não há muita extensão de areia, ou porque há áreas impróprias pra banho, ou até mesmo porque possuem muitas pedras. A Praia do Flamengo, pra mim, os ingredientes de uma praia perfeita: bastante areia e ondas (ah, e é mais limpa!). Os coqueiros típicos baianos e as piscinas naturais que se formam na maré baixa completam o belo cenário!

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Cajá: uma das frutas típicas |Foto: saudedica.com.br|

  15. Coma o máximo de frutas típicas que você conseguir! Pra mim, que sou do Sul, é um atrativo e tanto, porque é muito diferente de tudo que temos por aqui. Além dos clássicos cacau e coco, tem seriguela, cajá, umbu, cupuaçu, jaca, sapoti…além de milhares de tipos de manga (a maioria de que eu nunca tinha ouvido falar, como manga Itiúba e pingo de ouro). É muito comum fazerem bebidas, como sucos, batidas e cachaças com essas frutas. Tem até sorvetes, e o endereço mais tradicional da cidade com esses sabores exóticos (calma, tem os mais comuns, também!), é o da Sorveteria da Ribeira.

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  • Rubens

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